Consultor licenciado e palestrante do Grupo Ponto de Referência
Consultor credenciado do Sebrae/PI
Professor tutor e ativador do FGV Online da Fundação Getúlio Vargas
Proprietário da Gera Consultoria e Treinamentos Ltda

EMPRESA PONTE!

 

Empresa_ponte

Há alguns meses vi um vídeo maravilhoso intitulado SONHO BRASILEIRO – MANIFESTO (disponível na integra aqui: ). Produzido pelo pessoal da BOX 1824 com o patrocínio e apoio de um monte de gente.

O vídeo convida jovens (e pessoas de qualquer idade) a se unirem para construir O SONHO BRASILEIRO (www.osonhobrasileiro.com.br) ... Além de ser muito bem produzido, o vídeo traça um perfil lúcido e amplo da “primeira geração global de brasileiros”.

Nascidos em um Brasil muito diferente da era anterior ao plano real e repleto de novas oportunidades, essa geração é, em sua grande maioria, mais otimista e tem orgulho de ser brasileiro. Também está muito melhor adaptada às novas tecnologias e convive normalmente com a [hiper]conectividade que ela proporciona. Seus desejos individuais são compartilhados em rede e assumem um caráter coletivo, por associação, a partir de novas conexões com pessoas que tem o mesmo pensamento, sonho ou causa. Por isso chamam a esse jovem no vídeo de “JOVEM PONTE”.

Ainda de acordo com o vídeo, 8% desses jovens já estão provocando micro-revoluções e impactando a comunidade e a sociedade em que vivem a partir da transformação de seus sonhos e causas em ações reais.

Para se conectar com essa nova geração, as empresas também precisam definir suas CAUSAS. Precisam deixar claro a sua visão de futuro e suas ideias para que as pessoas possam se conectar com elas, não por meio de cargos ou produtos, mas por meio de ideias e ações. Precisam aprender a utilizar as novas tecnologias e o poder da comunicação que elas entregam para co-criar e compartilhar soluções que atendam a necessidades locais e globais, individuais e coletivas. Sempre antenadas com as questões que afetam não apenas sua comunidade, mas todo o planeta.

Se cada JOVEM PONTE tem o poder de provocar micro-revoluções ao seu redor, imagine o que uma EMPRESA PONTE pode fazer ao reunir várias pessoas que abraçam uma CAUSA comum e que orientam suas ações, sua energia, sua criatividade e suas micro-revoluções no sentido de torna-la realidade.

“Pontes conectam espaços, sonhos, vidas”... empresas também! Pelo menos as que tem [boas] CAUSAS.

Quer saber como construir e compartilhar a CAUSA de sua empresa e construir pontes para novos talentos e clientes? A gente te ensina: www.pdr.com.br

Sua marca está fazendo DIFEREN-TE/ÇA?

Sobrino-de-botin

Há algum tempo venho “retuitando” ideias legais de pessoas e empresas que inovaram e fizeram algo diferente e que faz diferença para os clientes (lista ao final do post) na hora de escolher entre as várias opções de produtos, serviços e marcas disponíveis.

Entretanto, essa não é uma realidade frequente. A maioria das empresas ainda é adepta da falsa premissa: “- Em time que está ganhando não se mexe”.

Os torcedores do Juventude e do Palmeiras sabem, a duras penas, que isso não é bem verdade. Seus times conseguiram a proeza de serem campeões da Copa do Brasil e rebaixados para a segunda divisão no Campeonato Brasileiro do mesmo ano. O primeiro em 1999 e o segundo no ano passado. Portanto, time que está ganhando também perde (e feio).

Em um mundo que muda em progressão geométrica, acreditar que o sucesso de sua empresa será perene pelo simples fato de tê-lo conquistado é, no mínimo, uma visão míope e que pode trazer sérias consequências. Como já dizia Henry S. Commager: “- A mudança não assegura necessariamente progresso, mas o progresso implacavelmente requer mudança".

Estamos acostumados a cultuar e celebrar o sucesso como uma conquista pontual. Ignora-se o fato de que raramente ele é proveniente de sorte ou acaso, mas sim o resultado de um processo que alia uma boa dose de tentativas e erros, resultando em aprendizado e experiência. Duas coisas que são, na sua essência, mutáveis e mutantes.

Há alguns anos em uma viagem a Madri, jantei no restaurante Sobrino de Botin, que está no Guinness Book como o mais antigo restaurante do mundo em atividade. Foi inaugurado em 1725 com o nome de Casa Botin, sobrenome de seu fundador, o francês Jean Botin e depois herdado por seu sobrinho, Candido Remis. Daí o seu nome atual.

Pude constatar os motivos do seu sucesso por tanto tempo ao vivenciar a competência da entrega de sua essência competitiva – atendimento atencioso e muito simpático; comida e bebida deliciosa (destaque para o prato mais famoso: cochinillo assado) e servidos sem demora; ambiente aconchegante e recheado de história; entretenimento (músicos surpreendem os clientes tocando músicas do seu país – tocaram garota de ipanema para os [muitos] brasileiros presentes além de meu grupo); e rapidez e eficiência na entrega da conta (sem erros). Foi muito marcante constatar sua capacidade de se adaptar às mudanças preservando o melhor de sua tradição, cultura e valores.

Com certeza o cardápio não é o mesmo há 288 anos. As reservas agora podem ser feitas pelo site na internet (www.botin.es). O registro dos pedidos e a cobrança são processos totalmente informatizados e a conta pode ser paga por meios de pagamento modernos, como cartões de crédito. O marketing soube explorar muito bem a tradição histórica do lugar no Guinness e se adaptar às mudanças, divulgando-o e se comunicando com clientes e o público alvo por meio de diversas mídias sociais (You Tube, Twitter, Facebook).

Portanto, para o sucesso perene de sua empresa, as coisas boas e fundamentais precisam ser preservadas: uma boa cultura, valores nobres e a essência competitiva da sua marca. Mas todo o resto não deve sucumbir ao comodismo. A mudança deve ser estimulada e patrocinada como catalizadora de inovação e adaptação, sempre balizando seu desenvolvimento a partir da percepção e aceitação do seu público alvo, implantando o que for positivo e revendo o que não for bem recebido ou percebido. Para isso é fundamental estar conectado com seus clientes e com o mundo, de todas as formas possíveis.

Se você quer fazer diferen-te/ça e ter sucesso por muito tempo mais não sabe por onde começar, a gente te ajuda! www.pdr.com.br.

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Comunicação - a bala de prata do varejo!

Bala-de-prata

Diz a lenda que para matar um lobisomem você precisa de uma bala de prata. Se você for à sua caça, precisará saber como encontrar e reconhecer um lobisomem e sua mira terá que ser perfeita para não errar o alvo.

Muitas vezes, a comunicação das empresas com seus clientes é como uma bala de prata. Cara, limitada e pouco efetiva se você utiliza a arma errada ou não acerta o alvo.

Antes de tudo, você precisa conhecer seu cliente e ter uma proposta desenhada com base nas necessidades, expectativas e desejos DELE. Empreendedores que estruturam seus negócios a partir de necessidades reais do mercado têm muito mais chances de ter sucesso, pois focam um público-alvo específico e estabelecem com ele uma comunicação eficaz.

Pesquisas mostram que o brasileiro está abandonando o velho hábito, comum nos anos 70 e 80, de montar um negócio por necessidade e empreendendo por oportunidade.  Esse ponto de partida permite que o empreendedor desenvolva diferenciais para o seu negócio em sintonia com seu público-alvo e que teste novos produtos e serviços acompanhando de perto seu impacto e aceitação, resultando em inovação.

É nesse ponto que a comunicação se transforma na bala de prata do varejo. É preciso utilizá-la para mirar na cabeça e no coração do cliente, divulgando seus diferenciais e renovando a preferência dele por sua proposta e sua marca, além de utilizá-la para monitorar e garantir que tenha uma ótima experiência. Isso desperta o desejo para que volte e recomende sua empresa para outras pessoas de seu círculo familiar e de amigos, garantindo que você expanda sua base de clientes entre pessoas que valorizam sua proposta e seus diferenciais em um círculo virtuoso de crescimento e lucratividade.

Por outro lado, se você atirar com sua bala de prata a esmo, por desconhecimento de quem é e o que quer o seu cliente, vai errar o alvo. Muitas empresas que estão nessa situação substituem a bala de prata da comunicação efetiva com um público alvo, claro e específico, pela estratégia de conseguir clientes usando a comunicação em massa aliada a políticas de preços baixos. Isso resulta em desperdício de recursos, pois essas mídias normalmente são mais onerosas e, associadas a políticas comerciais agressivas de “preços baixos” para um público indefinido, atraem clientes interessados apenas na oportunidade de conseguir produtos e serviços a preços baixos.

Esse tipo de cliente além de não se relacionar com sua marca e não perceber nenhum outro valor agregado divulga sua estratégia de preço baixo para seu círculo familiar e de amigos e inicia um círculo vicioso de atração de clientes sensíveis a preços e que só retornam à sua loja quando você comunica campanhas promocionais.

Esse tido de comunicação pode até ser efetivo para grandes empresas, mas para o pequeno varejo é um tiro no pé e resulta em baixo retorno do investimento em mídia, ocupa sua força de vendas ao mesmo tempo em que derruba sua taxa de reversão, seu ticket médio e suas margens, gerando desmotivação, prejuízos e perda de foco.

Portanto, se você quer continuar vivo, escapar da guerra de preços e se destacar dos concorrentes, não desperdice sua bala de prata e acerte no alvo.

Para saber como definir o foco diferenciado e a essência competitiva da sua empresa e como comunicar bem tudo isso para o seu público alvo, fale conosco: www.pdr.com.br. A gente te ajuda!

O PONTO DE PARTIDA PARA CONSEGUIR O COMPROMISSO DOS FUNCIONÁRIOS COM SUA MARCA!

Compromisso

Para muitos empresários e/ou gerentes de RH, “compromisso” é mais um dos inúmeros atributos que já deveriam fazer parte do perfil do profissional que buscam, sempre que precisam preencher uma vaga em seu organograma.

Entretanto, esse discurso de “contratar as pessoas certas para os lugares certos” já se mostrou uma abordagem míope e ineficaz como gerador de compromisso.

O ponto de partida para conseguir o compromisso dos funcionários com sua marca não é esperar encontra-lo como uma característica nata dos candidatos que depois será demonstrado de forma espontânea e natural na prática.

Essa falsa premissa faz com que o recrutamento e a seleção de pessoas leve em conta apenas a divulgação de atributos dos candidatos e dos pré-requisitos da vaga, tornando o compromisso com a empresa por parte desses profissionais um mero golpe de sorte.

As empresas mais competentes em contratar pessoas comprometidas são aquelas que orientam seus processos de recrutamento e seleção não para uma vaga, mas para sua CAUSA, ou seja, sua visão de futuro que traduz e explicita o que ela é, porque foi criada, para que existe e o que espera construir para seus clientes internos (equipe) e externos (consumidores) ao longo do tempo.

A mera descrição de pré-requisitos técnicos e comportamentais de uma vaga, orienta o compromisso dos contratados única e exclusivamente para sua descrição e suas atribuições. O resultado disso é um número cada vez maior de funcionários que se valem da expressão: “eu não fui contratado para isso”, toda vez que alguém precisa que ele contribua com algo que não constava da descrição da vaga quando de sua contratação.

Ao contrário, quando o recrutamento é orientado para a CAUSA da empresa, são os valores e a cultura por ela descritos que norteiam o processo seletivo e a escolha dos candidatos, assegurando que todos os escolhidos tenham consciência do que a empresa espera de cada um em termos de contribuição individual e coletiva para o alcance do futuro projetado.

Acima de metas individuais ou setoriais e da descrição de cargos ou funções, há um horizonte para o qual todas as atitudes e comportamentos hão de convergir em sintonia. É essa visão de futuro que guia e gera o compromisso de todos com a marca.

É importante destacar que isso é apenas o PONTO DE PARTIDA. O compromisso efetivo dos funcionários dependerá, ainda: do quanto a marca é competente para praticar os valores e a cultura que prega; de um modelo de gestão de pessoas meritocrático, em que bons desempenhos sejam reconhecidos e recompensados; da capacidade dos líderes de desenvolver esse compromisso a partir do exemplo; e da correta equação entre recursos ofertados pela empresa e cobrança por resultados.

Portanto, COMPROMISSO não é só o cumprimento das rotinas de uma vaga específica. É, antes de tudo, a integração com um grupo de pessoas que lutam por uma CAUSA comum, materializada em uma marca com valores e cultura fortes e nobres e uma visão de futuro clara, única e compartilhada por todos.

Sigefredo Pacheco

Twitter: @sigefredoPR

Facebook: sigefredopacheco