Comida "azeda"!
Em recente visita viagem fui almoçar com um amigo em um café de um Shopping no Rio de Janeiro. Ao chegar, sem sermos cumprimentados, nos foi entregue um Menu com algumas [poucas] opções de pratos executivos. Antes que pudéssemos fazer nosso pedido a atendente, de costas e com flagrante impaciência, nos informou que só estava “saindo” strogonoff de carne ou frango. Como estávamos com pressa e fome, decidimos almoçar ali mesmo a despeito da falta de opções. Enquanto eu escolhi strogonoff de frango, meu amigo ficou com o de carne, esgotando assim as opções disponíveis. Os pratos não demoraram a ser servidos, mas as opções de bebidas seguiram a mesma limitação: “- Só temos coca-cola”, disse a atendente. Finalmente, no momento de pagar a conta tivemos que aguardar pacientemente enquanto a [mesma] atendente finalizava um recebimento no caixa e, ao mesmo tempo, conversava com outros dois funcionários sobre amenidades, nos ignorando enquanto aguardávamos na fila sob um grande buraco no forro de gesso. A essa altura eu estava rezando para que nada caísse sobre nossas cabeças e aquela triste experiência acabasse logo. Antes de sair, me certifiquei de decorar o nome do estabelecimento para ter certeza de nunca mais voltar.
Infelizmente, essa é a realidade de muitas empresas no nosso país: abandonadas por seus donos, tocadas por funcionários despreparados e desmotivados e geridas com amadorismo e descaso. Contribuindo, assim, para inflar os índices de mortalidade empresarial.
Acredito que, se perguntássemos aos seus donos o porque de seu insucesso, muito provavelmente estes culpariam a crise, o governo, os funcionários, os clientes, etc... Será? Afinal, como dizia aquele conto de fadas: “espelho, espelho meu, porque tenho uma empresa tão ruim como essa que “Deus” me deu?”
Fica a dica! Pra não azedar a realação com seus clientes, invista em ATENDIMENTO. Pra saber como fazer isso, acesse: www.pdr.com.br. A gente de ajuda!



