O verdadeiro apagão das empresas brasileiras!
Tenho lido e ouvido muito ultimamente sobre “apagão de mão de obra” no Brasil e discordo desse diagnóstico. Na verdade, muitas empresas que aderiram a esse discurso estão apenas vivendo as consequências do “apagão de gestão focada em GENTE”.
Essas empresas estão percebendo, tardiamente, que Resultado sem Reputação é insustentável no longo prazo. De nada adianta uma empresa registrar lucros recordes enquanto amarga as primeiras colocações na lista de reclamações do Procon, fato hoje potencializado pelas mídias sociais.
Em 2011, diante da crise nos EUA e Europa, o Brasil bateu mais um recorde no recebimento de investimentos estrangeiros diretos produtivos. Foram US$ 66,7 milhões e a expectativa do Banco Central para 2012 é que por aqui aportem mais US$ 50 bilhões.
Some-se a isso em 2010 o Brasil ter alcançado a maior taxa empreendedora do G20 e do Bric, segundo a 11ª. edição da Pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor) divulgada pelo Sebrae em abril do ano passado. Foi o melhor resultado do país nos 11 anos em que participa da pesquisa.
Traduzindo, isso significa que nos próximos anos, mais empresas vão se instalar no país e a disputa por GENTE COMPETENTE só vai aumentar!
Uma pesquisa realizada com 2.500 dirigentes e gerentes de 520 empresas de grande e médio porte do Sudeste e do Sul do Brasil apontou, dentre outras características, a concentração de poder e o paternalismo como alguns dos principais traços da empresa brasileira, que constituem o estilo brasileiro de administrar.
Por outro lado, uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizada com 2 mil empreendedores em todo o País e divulgada pelo Sebrae, mostrou que 32% dos empreendedores brasileiros decidiram empreender por necessidade.
A soma desses fatores resulta em um estilo de gestão amador, miope e focado apenas em Resultados, relegando a gestão de pessoas ao simples cumprimento das exigências da CLT e à “capacitação” por meio de treinamentos que muitas vezes estão completamente desconectados de um planejamento estratégico formal e que tem resultados inócuos ou passageiros na melhoria da qualidade do Atendimento nas empresas.
Definir a CAUSA de sua COMPANHIA, garantir um modelo de liderança flexível, adotar a meritocracia reconhecendo e recompensando bons desempenhos individuais e coletivos, são apenas algumas das atitudes que devem fazer parte do modelo de gestão de pessoas de qualquer empresa preocupada em construir Reputação e alcançar Resultados sustentáveis.
Portanto, para resolver o “apagão de mão de obra” na sua empresa adote um “modelo de gestão focado em GENTE”. Esse é o grande diferencial competitivo capaz de garantir que não faltem interessados em contribuir com a sua CAUSA.
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