Blog do Sigefredo http://sigefredo.posterous.com Most recent posts at Blog do Sigefredo posterous.com Thu, 18 Apr 2013 14:07:00 -0700 E.T. o Extra Terrestre http://sigefredo.posterous.com/et-o-extra-terrestre http://sigefredo.posterous.com/et-o-extra-terrestre

 

Et
Quem, assim como eu, era criança no início da década de 80 do século passado, sabe do estrondoso sucesso do filme E.T. – O Extraterrestre, de 1982. Por isso fiquei muito emocionado ao rever esse clássico do cinema essa semana na programação da minha TV por assinatura.

 

 

Isso me fez pensar que muitas pessoas falam de relacionamentos como se fossem verdadeiros E.T.s. Normalmente o discurso tem frases do tipo: “- Gente é um bicho muito complicado”; ou “- Lidar com gente não é fácil”; ou ainda “- Tem gente de todo tipo”.

 

Fico me perguntando se essas pessoas ainda não se deram conta de que também são “gente” ou se acreditam que existem por aí E.T.s bonzinhos como o do filme, com os quais prefiram se relacionar.

 

A verdade é que todos nós somos “gente”. Fazemos parte do mesmo grupo: seres terrenos. Que são complexos, voláteis, mutantes, sensíveis.

 

Ter consciência disso é o primeiro passo para sermos mais tolerantes no tratamento com as pessoas. Vamos entender que suas atitudes, posturas, perfis, vocações, desejos, humores e personalidades são apenas o resultado de um molde diferente, mas que usa a mesma matéria prima.

 

Estaremos cientes de que nossas diferenças são apenas o resultado da interação individual e particular dos nossos genes com o ambiente e as pessoas que nos rodearam e ainda nos rodeiam e das oportunidades que tivemos e escolhas que fizemos.

 

Quando somos capazes de entender que somos parte de uma única comunidade que habita esse pequeno grão de areia em um universo caótico e frenético, nossas diferenças se resumem a uma única questão: - Estamos sozinhos?

 

Enquanto estivermos, o melhor que podemos fazer é entender que precisamos conviver e evoluir como indivíduos e sociedade. Que precisamos ser mais pacientes e tolerantes com os outros.

 

Por isso, seja na empresa, na família, no grupo de amigos, no trânsito... ou em qualquer lugar, lembremo-nos disso: somos gente, que precisa ajudar muita gente a fazer a gente cada vez mais feliz!

 

Eis o pressuposto básico de atender bem!

 

Se você quer se livrar dos E.T.s na sua empresa e montar um time repleto de gente muito boa, mas não sabe como, a gente te ajuda: www.pdr.com.br

 

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Fri, 15 Mar 2013 10:28:00 -0700 Você pilota espaçonave ou anda de bicicleta? http://sigefredo.posterous.com/voce-pilota-espaconave-ou-anda-de-bicicleta http://sigefredo.posterous.com/voce-pilota-espaconave-ou-anda-de-bicicleta

"- Como você vem tocando a gestão da sua empresa?"

 

As respostas dos gestores a essa pergunta podem ser muito variadas, mas eu destacaria dois grupos principais de respondentes:  

Cockpit_espaconave
 

No primeiro grupo estão os gestores que administram suas empresas como se estivessem no comando de espaçonaves. Eles investem em tecnologia e processos que permitem fazer o monitoramento do desempenho da empresa em tempo real, fazendo correções de rumo sempre que se distanciem muito da rota pré-determinada. Definem com muita clareza qual o destino que pretendem atingir e sabem que precisam de um bom time para ajuda-los a chegar lá. Por isso, investem na capacitação das pessoas ao mesmo tempo em que sabem delegar tarefas e promover o suporte e o acompanhamento adequados, inspirando e motivando cada integrante de sua equipe a dar o seu melhor. Assim, garantem uma boa comunicação e a integração de toda a “tripulação”, instituindo uma cultura de união e trabalho em equipe em que cada pessoa está ciente de seu papel e de sua importância para o sucesso do “voo”. Além disso, em momentos de crise, sabem como lidar com conflitos e gerenciam a liberdade condicional da sua equipe de modo a suportar sua autonomia na solução de problemas urgentes. E o principal: estão sempre cientes de que, em última instância, a responsabilidade pela condução da espaçonave é sua.  

Biciclo

No segundo grupo estão os gestores que conduzem suas empresas baseados apenas no que aprenderam empiricamente ao longo do tempo. Acreditam que fazer isso “é como andar de bicicleta”, uma vez que você aprendeu é só se manter pedalando para não “cair”. Usam apenas a intuição para continuar em movimento e acreditam que podem conduzir tudo sozinhos. Quem trabalha com eles, no máximo, pode se acomodar na “garupa” e deve se limitar a seguir suas orientações sem autonomia para ajudar na condução. Acreditam que investir em tecnologia, processos e pessoas é um “custo” que não vale a pena. Afinal, ele já sabe como conduzir a empresa e pode, perfeitamente, mantê-la em movimento sozinho. Não tem uma rota definida e apenas reagem na tentativa de desviar dos obstáculos no caminho. Entretanto, quando as coisas dão errado, sempre tem algo ou alguém a quem culpar, pois se julgam infalíveis em sua experiência de longos anos “pedalando sem cair". Se o seu objetivo é esse: apenas continuar pedalando para não cair, então boa sorte (e, acredite, você vai precisar)...  mas se você quer transformar sua empresa de “bicicleta” em “espaçonave”, mas não sabe por onde começar? A gente te ajuda! www.pdr.com.br

 

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Fri, 08 Mar 2013 10:26:00 -0800 Quer pagar quanto? http://sigefredo.posterous.com/quer-pagar-quanto http://sigefredo.posterous.com/quer-pagar-quanto

Fred Alecrim, criador do blog UAUgoMais e um dos caras que mais me ins-piram, indicou um video de uma palestra maravilhosa da Amanda Palmer no TED intitulada “The art of asking”... “A arte de fazer pertuntas” (tradução minha).

A fala da Amanda nos faz pensar:... E se nós perguntássemos às pessoas quanto elas querem pagar pelo que podemos oferecer de melhor?... E se essa pergunta fosse feita apenas depois de já termos prestado o nosso serviço?

Amanda nos lembra que os artistas de rua fazem isso. Ela mesma um deles. Se apresentam gratuitamente e assim, assumem o risco de não agradar a todos, mas oferecem a cada pessoa a oportunidade de “escolher” se gostaram do que deles receberam; o quanto gostaram; e se estão dispostos a retribuir.

Os verdadeiros artistas se doam por amor ao que fazem e às pessoas e não se ofendem com quem não retribui. Sabem que em meio à multidão, há aqueles que verão além de sua arte, vão se conectar com sua causa, apreciar seu talento e retribuir o que receberam.

A questão é: - O quanto nós confiamos em nós mesmos e nas outras pessoas a ponto de lhes entregar o que fazemos de melhor e deixar que elas “escolham” como (ou com quanto) vão nos retribuir?

Se for verdade que recebemos em troca o dobro de tudo aquilo com que contribuímos, então tudo isso vai parecer muito lógico e de uma verdade desconcertantemente simples.

Mas se você está achando isso tudo muito utópico e, com certa razão, pensando nas pessoas que podem "se aproveitar" do seu gesto... lembre-se que você também pode “escolher” não oferecer novamente o seu melhor para esse tipo de pessoa. Escolher focar nas muitas outras que valorizam o que você faz e “escolhem”, verdadeiramente, te reconhecer e te recompensar com o que podem e à altura do que acreditam ter recebido.

Este é o princípio fundamental da meritocracia e a melhor forma de reconhecer e recompensar as pessoas, além de ser muito mais verdadeiro estabelecer conexões a partir daquilo que temos de melhor a oferecer e a retribuir.

Se você ainda não acredita que isso é possível, a Amanda está disposta a te dar uma oportunidade de se conectar com ela. Em seu site: http://www.amandapalmer.net/videos/the-bed-song/, você pode ouvir uma de suas músicas e, ao final, “escolher” se quer e com quanto pode retribuir... Eu adorei e já fiz isso!

Amanda

E você, que fazer isso na sua empresa? Se quiser se concectar com as pessoas e, inspirado pela atitude da Amanda, reconhecer e recompensar aquilo que elas te entregam de melhor... a gente te ajuda! www.pdr.com.br

 

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Mon, 25 Feb 2013 14:55:00 -0800 EMPRESA PONTE! http://sigefredo.posterous.com/empresa-ponte http://sigefredo.posterous.com/empresa-ponte

 

Empresa_ponte

Há alguns meses vi um vídeo maravilhoso intitulado SONHO BRASILEIRO – MANIFESTO (disponível na integra aqui: ). Produzido pelo pessoal da BOX 1824 com o patrocínio e apoio de um monte de gente.

O vídeo convida jovens (e pessoas de qualquer idade) a se unirem para construir O SONHO BRASILEIRO (www.osonhobrasileiro.com.br) ... Além de ser muito bem produzido, o vídeo traça um perfil lúcido e amplo da “primeira geração global de brasileiros”.

Nascidos em um Brasil muito diferente da era anterior ao plano real e repleto de novas oportunidades, essa geração é, em sua grande maioria, mais otimista e tem orgulho de ser brasileiro. Também está muito melhor adaptada às novas tecnologias e convive normalmente com a [hiper]conectividade que ela proporciona. Seus desejos individuais são compartilhados em rede e assumem um caráter coletivo, por associação, a partir de novas conexões com pessoas que tem o mesmo pensamento, sonho ou causa. Por isso chamam a esse jovem no vídeo de “JOVEM PONTE”.

Ainda de acordo com o vídeo, 8% desses jovens já estão provocando micro-revoluções e impactando a comunidade e a sociedade em que vivem a partir da transformação de seus sonhos e causas em ações reais.

Para se conectar com essa nova geração, as empresas também precisam definir suas CAUSAS. Precisam deixar claro a sua visão de futuro e suas ideias para que as pessoas possam se conectar com elas, não por meio de cargos ou produtos, mas por meio de ideias e ações. Precisam aprender a utilizar as novas tecnologias e o poder da comunicação que elas entregam para co-criar e compartilhar soluções que atendam a necessidades locais e globais, individuais e coletivas. Sempre antenadas com as questões que afetam não apenas sua comunidade, mas todo o planeta.

Se cada JOVEM PONTE tem o poder de provocar micro-revoluções ao seu redor, imagine o que uma EMPRESA PONTE pode fazer ao reunir várias pessoas que abraçam uma CAUSA comum e que orientam suas ações, sua energia, sua criatividade e suas micro-revoluções no sentido de torna-la realidade.

“Pontes conectam espaços, sonhos, vidas”... empresas também! Pelo menos as que tem [boas] CAUSAS.

Quer saber como construir e compartilhar a CAUSA de sua empresa e construir pontes para novos talentos e clientes? A gente te ensina: www.pdr.com.br

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Thu, 21 Feb 2013 11:37:00 -0800 Sua marca está fazendo DIFEREN-TE/ÇA? http://sigefredo.posterous.com/sua-marca-esta-fazendo-diferen-teca http://sigefredo.posterous.com/sua-marca-esta-fazendo-diferen-teca

Sobrino-de-botin

Há algum tempo venho “retuitando” ideias legais de pessoas e empresas que inovaram e fizeram algo diferente e que faz diferença para os clientes (lista ao final do post) na hora de escolher entre as várias opções de produtos, serviços e marcas disponíveis.

Entretanto, essa não é uma realidade frequente. A maioria das empresas ainda é adepta da falsa premissa: “- Em time que está ganhando não se mexe”.

Os torcedores do Juventude e do Palmeiras sabem, a duras penas, que isso não é bem verdade. Seus times conseguiram a proeza de serem campeões da Copa do Brasil e rebaixados para a segunda divisão no Campeonato Brasileiro do mesmo ano. O primeiro em 1999 e o segundo no ano passado. Portanto, time que está ganhando também perde (e feio).

Em um mundo que muda em progressão geométrica, acreditar que o sucesso de sua empresa será perene pelo simples fato de tê-lo conquistado é, no mínimo, uma visão míope e que pode trazer sérias consequências. Como já dizia Henry S. Commager: “- A mudança não assegura necessariamente progresso, mas o progresso implacavelmente requer mudança".

Estamos acostumados a cultuar e celebrar o sucesso como uma conquista pontual. Ignora-se o fato de que raramente ele é proveniente de sorte ou acaso, mas sim o resultado de um processo que alia uma boa dose de tentativas e erros, resultando em aprendizado e experiência. Duas coisas que são, na sua essência, mutáveis e mutantes.

Há alguns anos em uma viagem a Madri, jantei no restaurante Sobrino de Botin, que está no Guinness Book como o mais antigo restaurante do mundo em atividade. Foi inaugurado em 1725 com o nome de Casa Botin, sobrenome de seu fundador, o francês Jean Botin e depois herdado por seu sobrinho, Candido Remis. Daí o seu nome atual.

Pude constatar os motivos do seu sucesso por tanto tempo ao vivenciar a competência da entrega de sua essência competitiva – atendimento atencioso e muito simpático; comida e bebida deliciosa (destaque para o prato mais famoso: cochinillo assado) e servidos sem demora; ambiente aconchegante e recheado de história; entretenimento (músicos surpreendem os clientes tocando músicas do seu país – tocaram garota de ipanema para os [muitos] brasileiros presentes além de meu grupo); e rapidez e eficiência na entrega da conta (sem erros). Foi muito marcante constatar sua capacidade de se adaptar às mudanças preservando o melhor de sua tradição, cultura e valores.

Com certeza o cardápio não é o mesmo há 288 anos. As reservas agora podem ser feitas pelo site na internet (www.botin.es). O registro dos pedidos e a cobrança são processos totalmente informatizados e a conta pode ser paga por meios de pagamento modernos, como cartões de crédito. O marketing soube explorar muito bem a tradição histórica do lugar no Guinness e se adaptar às mudanças, divulgando-o e se comunicando com clientes e o público alvo por meio de diversas mídias sociais (You Tube, Twitter, Facebook).

Portanto, para o sucesso perene de sua empresa, as coisas boas e fundamentais precisam ser preservadas: uma boa cultura, valores nobres e a essência competitiva da sua marca. Mas todo o resto não deve sucumbir ao comodismo. A mudança deve ser estimulada e patrocinada como catalizadora de inovação e adaptação, sempre balizando seu desenvolvimento a partir da percepção e aceitação do seu público alvo, implantando o que for positivo e revendo o que não for bem recebido ou percebido. Para isso é fundamental estar conectado com seus clientes e com o mundo, de todas as formas possíveis.

Se você quer fazer diferen-te/ça e ter sucesso por muito tempo mais não sabe por onde começar, a gente te ajuda! www.pdr.com.br.

O que já RT no Twitter:

 

·         Fazendo diferem-te/ça: O apontador dos nossos tempos de escola agora ganhou outra função!facebook.com/photo.php?fbid

·         Fazendo diferen-te/ça: flip.it/VmiZf

·         Fazendo diferen-te/ça:GE usa técnica scanimation em anúncio flip.it/W6JkH

·         Fazendo diferen-te/ça: RT @endeavorbrasil: Conhece o Dr. Consulta? flip.it/zM7iS

·         Fazendo diferen-te/ça!... flip.it/bvQoh

·         Fazendo diferen-te/ça!... Designer cria produto para você lembrar dos seus post-its flip.it/Gadly

·         Fazendo diferen-te/ça!... RT @_INFO: Restaurante com 20 robôs é inaugurado na China flip.it/rSP3a

·         Fazendo diferen-te/ça!... Artista faz quadros usando jeans velhos. flip.it/SRdU1

·         Fazendo diferente-te/ça!... Cesta de piquenique para bicicleta flip.it/cPZOy

·         Fazendo diferen-te/ça!... Prevenção criativablogcitario.blog.br/2013/01/preven

·         Fazendo diferen-te/ça! Chineses inventam casa sobre rodas flip.it/JuPqy

·         Fazendo Diferen-te/ça!... Banda sueca lança vinil de gelo revistapegn.globo.com/Revista/Common

·         Fazendo diferen-te/ça: arquitetura orgânica ... facebook.com/photo.php?fbid

·         Fazendo diferen-te/ça: luminárias em formato de fogos de artificio: facebook.com/photo.php?fbid

·         Fazendo diferen-te/ça! Com realidade aumentada: Impulse blogcitario.blog.br/2012/12/atraca

·         Fazendo diferen-te/ça!?... lixeiras-casas para moradores de rua flip.it/gXGq5

·         Fazendo diferen-te/ça!?... Os seis hotéis mais bizarros do mundo flip.it/0K70U

·         Fazendo diferen-te/ça!... Avião antigo vira hotel na Suécia flip.it/PHub6

 

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Wed, 13 Feb 2013 06:30:00 -0800 Comunicação - a bala de prata do varejo! http://sigefredo.posterous.com/comunicacao-a-bala-de-prata-do-varejo http://sigefredo.posterous.com/comunicacao-a-bala-de-prata-do-varejo

Bala-de-prata

Diz a lenda que para matar um lobisomem você precisa de uma bala de prata. Se você for à sua caça, precisará saber como encontrar e reconhecer um lobisomem e sua mira terá que ser perfeita para não errar o alvo.

Muitas vezes, a comunicação das empresas com seus clientes é como uma bala de prata. Cara, limitada e pouco efetiva se você utiliza a arma errada ou não acerta o alvo.

Antes de tudo, você precisa conhecer seu cliente e ter uma proposta desenhada com base nas necessidades, expectativas e desejos DELE. Empreendedores que estruturam seus negócios a partir de necessidades reais do mercado têm muito mais chances de ter sucesso, pois focam um público-alvo específico e estabelecem com ele uma comunicação eficaz.

Pesquisas mostram que o brasileiro está abandonando o velho hábito, comum nos anos 70 e 80, de montar um negócio por necessidade e empreendendo por oportunidade.  Esse ponto de partida permite que o empreendedor desenvolva diferenciais para o seu negócio em sintonia com seu público-alvo e que teste novos produtos e serviços acompanhando de perto seu impacto e aceitação, resultando em inovação.

É nesse ponto que a comunicação se transforma na bala de prata do varejo. É preciso utilizá-la para mirar na cabeça e no coração do cliente, divulgando seus diferenciais e renovando a preferência dele por sua proposta e sua marca, além de utilizá-la para monitorar e garantir que tenha uma ótima experiência. Isso desperta o desejo para que volte e recomende sua empresa para outras pessoas de seu círculo familiar e de amigos, garantindo que você expanda sua base de clientes entre pessoas que valorizam sua proposta e seus diferenciais em um círculo virtuoso de crescimento e lucratividade.

Por outro lado, se você atirar com sua bala de prata a esmo, por desconhecimento de quem é e o que quer o seu cliente, vai errar o alvo. Muitas empresas que estão nessa situação substituem a bala de prata da comunicação efetiva com um público alvo, claro e específico, pela estratégia de conseguir clientes usando a comunicação em massa aliada a políticas de preços baixos. Isso resulta em desperdício de recursos, pois essas mídias normalmente são mais onerosas e, associadas a políticas comerciais agressivas de “preços baixos” para um público indefinido, atraem clientes interessados apenas na oportunidade de conseguir produtos e serviços a preços baixos.

Esse tipo de cliente além de não se relacionar com sua marca e não perceber nenhum outro valor agregado divulga sua estratégia de preço baixo para seu círculo familiar e de amigos e inicia um círculo vicioso de atração de clientes sensíveis a preços e que só retornam à sua loja quando você comunica campanhas promocionais.

Esse tido de comunicação pode até ser efetivo para grandes empresas, mas para o pequeno varejo é um tiro no pé e resulta em baixo retorno do investimento em mídia, ocupa sua força de vendas ao mesmo tempo em que derruba sua taxa de reversão, seu ticket médio e suas margens, gerando desmotivação, prejuízos e perda de foco.

Portanto, se você quer continuar vivo, escapar da guerra de preços e se destacar dos concorrentes, não desperdice sua bala de prata e acerte no alvo.

Para saber como definir o foco diferenciado e a essência competitiva da sua empresa e como comunicar bem tudo isso para o seu público alvo, fale conosco: www.pdr.com.br. A gente te ajuda!

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Mon, 04 Feb 2013 10:36:00 -0800 O PONTO DE PARTIDA PARA CONSEGUIR O COMPROMISSO DOS FUNCIONÁRIOS COM SUA MARCA! http://sigefredo.posterous.com/o-ponto-de-partida-para-conseguir-o-compromis http://sigefredo.posterous.com/o-ponto-de-partida-para-conseguir-o-compromis

Compromisso

Para muitos empresários e/ou gerentes de RH, “compromisso” é mais um dos inúmeros atributos que já deveriam fazer parte do perfil do profissional que buscam, sempre que precisam preencher uma vaga em seu organograma.

Entretanto, esse discurso de “contratar as pessoas certas para os lugares certos” já se mostrou uma abordagem míope e ineficaz como gerador de compromisso.

O ponto de partida para conseguir o compromisso dos funcionários com sua marca não é esperar encontra-lo como uma característica nata dos candidatos que depois será demonstrado de forma espontânea e natural na prática.

Essa falsa premissa faz com que o recrutamento e a seleção de pessoas leve em conta apenas a divulgação de atributos dos candidatos e dos pré-requisitos da vaga, tornando o compromisso com a empresa por parte desses profissionais um mero golpe de sorte.

As empresas mais competentes em contratar pessoas comprometidas são aquelas que orientam seus processos de recrutamento e seleção não para uma vaga, mas para sua CAUSA, ou seja, sua visão de futuro que traduz e explicita o que ela é, porque foi criada, para que existe e o que espera construir para seus clientes internos (equipe) e externos (consumidores) ao longo do tempo.

A mera descrição de pré-requisitos técnicos e comportamentais de uma vaga, orienta o compromisso dos contratados única e exclusivamente para sua descrição e suas atribuições. O resultado disso é um número cada vez maior de funcionários que se valem da expressão: “eu não fui contratado para isso”, toda vez que alguém precisa que ele contribua com algo que não constava da descrição da vaga quando de sua contratação.

Ao contrário, quando o recrutamento é orientado para a CAUSA da empresa, são os valores e a cultura por ela descritos que norteiam o processo seletivo e a escolha dos candidatos, assegurando que todos os escolhidos tenham consciência do que a empresa espera de cada um em termos de contribuição individual e coletiva para o alcance do futuro projetado.

Acima de metas individuais ou setoriais e da descrição de cargos ou funções, há um horizonte para o qual todas as atitudes e comportamentos hão de convergir em sintonia. É essa visão de futuro que guia e gera o compromisso de todos com a marca.

É importante destacar que isso é apenas o PONTO DE PARTIDA. O compromisso efetivo dos funcionários dependerá, ainda: do quanto a marca é competente para praticar os valores e a cultura que prega; de um modelo de gestão de pessoas meritocrático, em que bons desempenhos sejam reconhecidos e recompensados; da capacidade dos líderes de desenvolver esse compromisso a partir do exemplo; e da correta equação entre recursos ofertados pela empresa e cobrança por resultados.

Portanto, COMPROMISSO não é só o cumprimento das rotinas de uma vaga específica. É, antes de tudo, a integração com um grupo de pessoas que lutam por uma CAUSA comum, materializada em uma marca com valores e cultura fortes e nobres e uma visão de futuro clara, única e compartilhada por todos.

Sigefredo Pacheco

Twitter: @sigefredoPR

Facebook: sigefredopacheco

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Wed, 16 Jan 2013 06:02:00 -0800 Untitled http://sigefredo.posterous.com/174178659 http://sigefredo.posterous.com/174178659

Infelizmente, esse é meu segundo post falando do péssimo atendimento da TAM!

Seguindo um grupo de amigos, no dia 12/01/13, paguei mais de 7 mil reais em passagens para que eu, minha esposa e minha filha de 3 anos pudéssemos ir à Disney em maio, aproveitando uma promoção da TAM. No momento da compra, decidi optar por não fazer a reserva dos assentos, já que o site estava lento e a possibilidade de perder os descontos era iminente - tanto que terminei gastando 500,00 a mais do que o primeiro preço informado no site, já que na hora da compra o vôo de ida já não oferecia a tarifa mais barata.

No dia 14/01/13, tentei escolher os assentos pelo site, mas essa opção não estava disponível. Pelo 0800 fui informado que só poderia marcar os assentos em uma loja TAM.

No dia 15/01/13, me desloquei até a loja TAM do aeroporto de Teresina. Ao chegar, uma funcionária nada simpática, sem me cumprimentar me olhou com a cara emburrada e disse: "A loja está inoperante...". Enquanto eu tentava entender o porque e antes de fazer qualquer pergunta ela completou: "- e sem previsão de retorno". Ou seja, não queria papo.

Sabia que poderia tentar marcar no balcão, mas a fila quilométrica me fez preferir tentar a loja do centro.

Fui até a loja do centro com um amigo que também comprou passagens no mesmo vôo e, assim como eu, sofria para marcar os assentos. Chegando lá, mais uma fila quilométrica e horas de espera até ser atendido por outra funcionária antipática e emburrada (deve ser prerrogativa para trabalhar na TAM). Na reserva do meu amigo aparecia na tela todos os assentos da fileira 34 livres e ele marcou o dele e da esposa. Mas ao colocar o código da minha reserva, a funcionária informou que havia um problema de bloqueio e que não poderia marcar os assentos. Que eu devia ligar para a central.

Frustrado e cansado, voltei para casa e liguei para a central. Após 16 minutos de espera ouvindo uma gravação dizer que a TAM estava muito feliz com minha ligação (ainda são irônicos), uma atendente grosseira e irritada (pra variar) me informou que não existia essa coisa de assentos bloqueados para uma reserva. Que a atendenda da loja estava errada e que naquele momento não havia mais disponibilidade de assentos juntos. Ou seja, se eu quisesse, poderia marcar 3 assentos separados para que eu, minha esposa e minha filha de apenas 3 anos viajássemos por 8 horas seguidas, longe um do outro. Algo que só faz sentido ser proposto por alguém insensível e totalmente indiferente para minha necessidade de cliente.

Fiz então um desabafo no Twitter e a TAM assim me respondeu:

"Oi Sigefredo, informamos que a pré reserva de assentos está condicionada ao perfil de passagem adquirida.Por favor, informe o código de reserva para que possamos verificar. Obrigado"

Informei os dados e eis a segunda resposta da TAM:

"Olá Sigefredo, de acordo com nossos registros, a tarifa adquirida possui a visualização parcial do mapa de assentos. Tendo em vista que as pré-reservas já foram efetuadas no voo parcialmente, você conseguirá selecionar o [...]"

E assim terminou a resposta. "Tarifa com visualização parcial do mapa de assentos"? O que isso quer dizer?... "pré-reserva"? O que isso quer dizer?... "conseguirá selecionar o [...]"? O o que? Como?

Incrível que a TAM tenha conseguir sucitar mais dúvidas do que respostas em apenas 140 caracteres! É um recorde!

Bom, por dedução, decidi acessar novamente a minha compra (não pré-reserva, COMPRA de 7mil reais) pelo site da TAM. Desta vez, estava disponível a opção de marcar os assentos. Ué, porque só agora? Porque não pude fazer isso dia 14?

Mas a surpresa maior era que só havia 3 assentos normais disponíveis, mas separados. Juntos, apenas alguns assentos especiais ao custo de 158,00 cada, na saída de emergência, que não é permitido para pessoas com menos de 15 anos. Ou seja, onde minha filha de 3 anos vai ficar? Sozinha com um estranho enquanto os pais pagam mais de 300 reais para ficarem juntos mas longe da filha?

Bom, perguntei à TAM se essa era a "solução" que eles me ofereciam para o meu problema e até agora, tive o silêncio como resposta. É a solução TAM em "0" caractere.

Não estranho essa postura da TAM, pois a julgar pela qualidade do atendimento e humor das pessoas que trabalham nesta empresa, não poderia mesmo esperar um mínimo de sensibilidade para fazer da minha viagem à Disney com minha família uma experiência mágica, desde o vôo de ida.

Optei então por não reservar assento, já que nenhuma das opções resolve minha situação, e ver o que me espera no dia do embarque. Uma coisa eu sei, a TAM vai ver o que eu estou preparando para eles se insisterem em me colocar longe de minha família.

Agora só me resta rezar para que a Disney seja mesmo tão mágica a ponto de me fazer esquecer de minha viagem de ida e preparar meu espírito para a viagem de volta, que será por essa mesma companhia aérea que tão mau atende seus clientes.

Fico pensando nos coitados dos turistas que virão para a Copa de 2014 e terão que se submeter aos maus tratos da TAM.

E enquanto isso, o presidente da TAM continua sumido e alheio como já havia dito no post anterior. Ou então, pior, sabe do quanto a empresa que comanda é ruim mas é incompetente para resolver os problemas!

Espero nunca mais voar pela TAM e deixo o alerta. Não se empolguem com as promoções dessa empresa. O estresse faz com que as passagens saiam muito mais caras do que se você pagasse o preço cheio de qualquer outra companhia.

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Sat, 03 Nov 2012 06:51:00 -0700 EXPERIÊNCIA AZUL! http://sigefredo.posterous.com/experiencia-azul http://sigefredo.posterous.com/experiencia-azul

Experiencia_azul

Em recente viagem de trabalho a SP e RJ tive a oportunidade de experimentar as 3 principais companhias aéreas do pais: GOL, TAM e Azul. Fiz a compra de todos os trechos pela internet, sem dificuldades. Nos sites de todas é fácil consultar voos disponíveis, horários, valores e fazer a compra com várias opções de pagamento e parcelamento. A primeira diferença é que na GOL e TAM o destaque na página inicial do site são as “promoções”, enquanto na Azul o destaque são os serviços que compõe a “experiência Azul”, incluindo SKY ao vivo, ônibus grátis e Espaço Azul – uma área reservada nas aeronaves dessa companhia para quem quer pagar por mais espaço, oferecendo comodidade na medida certa, já que essa é a maior reclamação de muitos passageiros em relação às demais companhias. Ponto pra Azul pelo “foco total do cliente”!

Com a GOL, fiz o primeiro trecho do vôo de Teresina/PI para SP/Guarulhos. Já no balcão do aeroporto em Teresina, a funcionária que me atendeu parecia estar em fase de treinamento e reclamava de lentidão no sistema. Do guichê ao lado, outro funcionário deu suporte e depois de alguns minutos, me entregaram o cartão de embarque. Na verdade, dei sorte, já que isso só foi possível porque cheguei com muita antecedência e não havia fila, permitindo que os dois funcionários me dedicassem atenção exclusiva. O embarque foi tranquilo, as instruções de voo foram repassadas pelos comissários como ensinado no treinamento, o voo saiu no horário, o comandante passou as instruções de praxe quando atingimos a altitude e velocidade de cruzeiro, o serviço de bordo distribuiu algo de que nem lembro mais e, por fim, 03 horas depois e com um pouco de turbulência devido ao clima, chegamos a SP, pousando no horário marcado.

Com a TAM, fiz a ponte aérea SP/Congonhas para o RJ/Santos Dumont. Quase sem fila, o atendimento no balcão foi rápido e eficiente. Pessoal muito bem treinado e sistema funcionando, mas ainda sem simpatia e aquele olho no olho que passa a sensação de que você é importante e não apenas mais um passageiro que precisa ser despachado o mais rápido possível. Ainda assim, como cheguei cedo ao aeroporto – receoso de ficar preso no trânsito de SP – o atendente me ofereceu a oportunidade de antecipar meu voo, o que de pronto aceitei. Nada de mais considerando se tratar de uma ponte aérea com voos praticamente de hora em hora. O embarque foi tranquilo, apesar da já corriqueira troca do portão de embarque, avisada pelos funcionários da companhia aérea com antecedência. Na aeronave, o mesmo ritual mecanicamente repetido... recepção sem empatia, bombom, instruções de segurança, decolagem com um pouco de turbulência por conta da chuva, informações sobre o voo repassadas da cabine pelo comandante, serviço de bordo um pouco mais caprichado - sanduiche e suco - e aterrissagem no horário. SCRIPT, só isso!

A volta pra casa foi com a Azul, saindo do RJ/Santos Dumont com conexão em Campinas/Viracopos e de lá para Teresina. Já no balcão da companhia no RJ fui surpreendido por uma atendente que me brindou com um sorriso e uma saudação calorosa, aliada a muita eficiência e rapidez. A mesma simpatia se repetiu na recepção e atendimento por parte dos comissários de bordo que dedicavam especial atenção às crianças e idosos. Lembrei automaticamente de minha filha de 3 anos e o quanto isso teria peso na escolha da companhia aérea para a minha próxima viagem de lazer com a família. Na parte de trás dos assentos da aeronave, uma pequena tela transmitia a programação da SKY ao vivo e em um dos canais é possível visualizar um mapa do percurso informando localização, altitude e velocidade da aeronave em tempo real. O voo saiu no horário e o serviço de bordo, apesar de não oferecer nada muito diferente, pelo menos dá mais opções – batata chips, mix de amendoim, castanha e uva passa; biscoito, suco e refrigerante. As aeronaves Embraer (190/195) da companhia sacodem um pouco mais do que o normal nos trechos com turbulência, mas a comunicação constante do piloto nos repassando as condições do voo com um tom informal, seguro e tranquilo ameniza a tensão. No embarque em Campinas um atraso de 30 minutos, prontamente justificado pelo comandante antes da decolagem que nos informou, em tom de indignação, ter sido provocado por falta de ônibus para levar os passageiros do terminal à aeronave. O aviso foi seguido de um pedido de desculpas que nem a ele cabia. Voo tranquilo, pousamos em Teresina em pleno apagão e no horário marcado. UAU total para todos da Azul!

Portanto, pude comprovar que a promessa que a Azul faz, já no site, ela entrega com muita competência e carinho na prática. O detalhe é que nem sempre os voos são mais baratos que o das outras companhias citadas aqui. Mas ainda assim quem, como eu, tem a oportunidade de experimentar um atendimento diferenciado como o da Azul, não aceita viajar como sardinha em lata, ser tratado como apenas mais um número de assento marcado no cartão de embarque e, certamente, aceita pagar um pouco mais.

Isso tudo talvez justifique o fato de a Azul ser a única dentre as três companhias aqui citadas a ter registrado lucro operacional em 2012.

Esse é o poder do BOM ATENDIMENTO!

Se quiser saber como fazer isso na sua empresa e VENDER MAIS, POR MAIS TEMPO, PARA MAIS CLIENTE e COM MAIS MARGEM, fale com a gente: www.pdr.com.br!

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Wed, 31 Oct 2012 11:12:00 -0700 PARA ONDE VAI O SEU "ÔNIBUS"? http://sigefredo.posterous.com/para-onde-vai-o-seu-onibus http://sigefredo.posterous.com/para-onde-vai-o-seu-onibus

Onibus-lotado

Empresas são como "ônibus".

Conduzidos por seus donos e/ou líderes, que são os responsáveis pelo alcance de um destino previamente definido e que é representado por sua visão de futuro. Esta visão - ou causa como preferimos chamar, precisa ser comunicada, compartilhada, instalada no letreiro luminoso sobre o parabrisa frontal, para que todos possam ver.

Seguindo a lógica desta analogia, a equipe da empresa deveria ser composta por pessoas que estavam na “parada” quando o "ônibus" passou, e que entenderam, olhando no seu letreiro luminoso, para qual destino se dirigia e quem o conduzia. Ou seja, pessoas que decidiram “entrar” nesse ônibus porque já estavam à sua espera ou já almejavam alcançar esse destino com a ajuda de um meio coletivo - em “companhia” de outras pessoas - e com a condução de um motorista competente.

Entretanto, o mais comum é ver nas “paradas”, pessoas que não estão olhando para os letreiros dos ônibus, mas apenas tentando não ficar lá, paradas. São essas pessoas que normalmente aceitam qualquer trabalho e o fazem apenas pelo salário. Não se interessam pelo destino da empresa, muitas vezes nem sabem que as conduz e não avaliam sua adequação ao perfil do cargo e/ou da função. Assim, terminam insatisfeitas, improdutivas e em conflito consigo mesmas, com seus colegas de trabalho e, pior, com os clientes. O resultado é que proporcionam um péssimo atendimento a todos com quem convivem, denigrem a reputação da empresa e prejudicam toda a coletividade.

Da mesma forma, é possível ver muitos “ônibus” rodando por aí sem letreiros claros ou simplesmente sem a menor indicação de para onde estão indo, sendo conduzidos por donos e/ou líderes que estão apenas dirigindo para que o ônibus não pare de vez. Quando conseguem passageiros, esses ônibus se transformam em um "coletivo" onde ninguém sabe para onde está indo nem porque embarcou nessa viagem.

Essa é a importância do planejamento estratégico: definir o destino do seu "ônibus" para poder dirigi-lo com competência e não se perder no caminho; fazer com que todos os seus passageiros saibam para onde estão indo e queiram chegar lá, ajudando-o a corrigir o rumo quando necessário e fazendo tudo para chegar o mais rápido possível sem desperdício de recursos e energia.

Se você está dirigindo um "ônibus" sem destino ou se está em um "coletivo" em companhia de outras pessoas sem saber ao certo para onde está indo e porque, então é preciso parar, [re]pensar, corrigir e combinar a rota a seguir e como cada passageiro vai ajudar nessa viagem.

Pra saber como fazer isso, acesse: www.pdr.com.br. A gente de ajuda!

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Wed, 31 Oct 2012 10:26:00 -0700 Comida "azeda"! http://sigefredo.posterous.com/comida-azeda http://sigefredo.posterous.com/comida-azeda

Nenem-careta-grande

 

Em recente visita viagem fui almoçar com um amigo em um café de um Shopping no Rio de Janeiro. Ao chegar, sem sermos cumprimentados, nos foi entregue um Menu com algumas [poucas] opções de pratos executivos. Antes que pudéssemos fazer nosso pedido a atendente, de costas e com flagrante impaciência, nos informou que só estava “saindo” strogonoff de carne ou frango. Como estávamos com pressa e fome, decidimos almoçar ali mesmo a despeito da falta de opções. Enquanto eu escolhi strogonoff de frango, meu amigo ficou com o de carne, esgotando assim as opções disponíveis. Os pratos não demoraram a ser servidos, mas as opções de bebidas seguiram a mesma limitação: “- Só temos coca-cola”, disse a atendente. Finalmente, no momento de pagar a conta tivemos que aguardar pacientemente enquanto a [mesma] atendente finalizava um recebimento no caixa e, ao mesmo tempo, conversava com outros dois funcionários sobre amenidades, nos ignorando enquanto aguardávamos na fila sob um grande buraco no forro de gesso. A essa altura eu estava rezando para que nada caísse sobre nossas cabeças e aquela triste experiência acabasse logo. Antes de sair, me certifiquei de decorar o nome do estabelecimento para ter certeza de nunca mais voltar.

Infelizmente, essa é a realidade de muitas empresas no nosso país: abandonadas por seus donos, tocadas por funcionários despreparados e desmotivados e geridas com amadorismo e descaso. Contribuindo, assim, para inflar os índices de mortalidade empresarial.

Acredito que, se perguntássemos aos seus donos o porque de seu insucesso, muito provavelmente estes culpariam a crise, o governo, os funcionários, os clientes, etc... Será? Afinal, como dizia aquele conto de fadas: “espelho, espelho meu, porque tenho uma empresa tão ruim como essa que “Deus” me deu?”

Fica a dica! Pra não azedar a realação com seus clientes, invista em ATENDIMENTO. Pra saber como fazer isso, acesse: www.pdr.com.br. A gente de ajuda!

 

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Tue, 28 Aug 2012 12:25:00 -0700 Choque de Gerações nas Organizações? http://sigefredo.posterous.com/choque-de-geracoes-nas-organizacoes http://sigefredo.posterous.com/choque-de-geracoes-nas-organizacoes

Choque_geracoes

Com o advento das novas tecnologias, o ritmo das mudanças sociais e organizacionais se intensificou drasticamente. Nesse novo cenário a capacidade de adaptação e de adequação das pessoas às novas formas de relacionamento, produção, cooperação, competição e diferenciação passou a ter um enorme valor para as empresas, como garantia de que estarão acompanhando as mudanças do mercado, refletidas em novas formas de consumir, avaliar, recomendar, criticar e compartilhar por parte dos consumidores.
Isso reascende o debate acerca de qual o perfil do colaborador é mais valorizado pelas empresas: o jovem dinâmico, antenado e bem formado; ou a prata da casa com anos de serviços prestados e vasta experiência. Na verdade existe muito preconceito, mitos e pretensas “verdades” que caracterizam os rótulos atribuídos a esses diferentes currículos e suas efetivas contribuições ou prejuízos às empresas onde atuam.

Diante da complexidade da figura humana e de sua vasta capacidade de adaptação, fruto de seu instituto de sobrevivência, é perigoso tomar decisões de contratação ou redução de pessoal a partir de rótulos e estigmas decorrentes da idade ou da [i]mobilidade no emprego registrados em currículos.
Acredito que inúmeros fatores influenciam a capacidade de adaptação das pessoas a determinadas situações, aí incluídas suas experiências profissionais, formação acadêmica e habilidades específicas. Mas é claro que pessoas com espírito inquieto - resultante de uma série de fatores que vão da personalidade ao ambiente familiar e pressões sociais que moldam sua personalidade e influenciam suas atitudes – certamente terão uma maior facilidade para se adaptar a um mundo em constante e rápido processo de mutação. Essas pessoas são de fato as catalizadoras dos processos de mudança, mas trazem consigo um certo nível de caos e desordem que sempre acompanham o processo de desconstrução que gera a inovação. Por isso são tão valorizadas pelas empresas no cenário atual.
Entretanto, a especialização, a capacidade de observação, a cautela e o cuidado diante de situações decisórias típicas de pessoas mais resistentes à mudança também tem o seu valor, pois de certa forma ajudam a por ordem ao caos e permitem que as mudanças tenham um mínimo de maturação necessária antes que se possa avançar ao próximo nível, tornando esse processo mais equilibrado e menos arriscado.

Assim como nos conflitos de gerações que nada mais são do que a dificuldade de adaptação dos mais velhos às mudanças experimentadas e capitaneadas pelos mais novos, naturalmente questionadores e desejosos de romper com tudo o que identifica seus antecessores para alcançar sua própria identidade e independência, as conquistas nos campos das novas tecnologias vêm provocando rupturas em várias áreas, em especial nas culturas organizacionais.
A necessidade de inovação nada mais é do que uma ruptura desejada e provocada com a finalidade de se ajustar às mudanças do ambiente ou uma estratégia para provoca-las intencionalmente como forma de se diferenciar e nadar em um “oceano azul”.
Como essas mudanças não são possíveis sem a participação das pessoas, com o uso de seu capital intelectual para a co-criação de produtos, processos e sistemas inovadores, é natural que as empresas passem a valorizar aqueles que mais contribuiem para a [des]construção de diferenciais competitivos.
É nesse ponto que os preconceitos se instalam, quando recrutadores e gestores de pessoas assumem como verdade que os jovens estão mais adaptados à mudança e portanto se enquadram melhor no estereótipo do mutante criativo capaz de gerar inovação apenas porque sua geração é cria dessa revolução.
Entretanto, é preciso lembrar que a maioria das revoluções que hoje estão maduras e consolidadas apesar de se iniciaram de cabeças jovens, tiveram seu crescimento e longevidade apoiado em conselhos e orientações de pessoas mais velhas e experientes. Tanto é verdade que a bolha das empresas “ponto.com” terminou provando que a [r]evolução não é a negação do passado, mas sim uma sobreposição simbiótica da inovação sobre uma base sólida de experiências passadas e de estruturas tradicionais que geram um processo evolutivo constante, alternando apenas a velocidade de sua transmutação para uma nova realidade, o que pode ser muito diferente de acordo com uma enorme gama de “macro-variáveis”. É isso o que explica a diferença de crescimento entre as sociedades e, do mesmo modo, entre as empresas.
Portanto, anos de experiência em uma função tem um grande valor de consulta para o entendimento dos meandros do funcionamento dos processos ligados àquela função assim como sua integração com os demais setores e até mesmo como fonte de análise diagnóstica para identificação de eventuais gaps ou deficiências ligadas às atividades inerentes ao cargo, setor ou rotinas específicas. O mesmo se aplica para aqueles profissionais que tem anos de casa, conhecem a fundo a cultura da empresa e que podem atuar como coachings e mentores de novos funcionários ou como consultores na construção de cenários atuais da empresa que servirão de ponto de partida para os processos de mudança, além de possuírem bom trânsito e influência com os demais colaboradores, podendo atuar como peça chave para minimizar a resistência que esses projetos provocam em estruturas mais maduras.
Por outro lado, pessoas jovens e com boa formação tem sede de realização, trazem a cabeça recheada de novas ideias e estão mais conectadas com as novas tecnologias, sendo primordiais para provocar o start e gerir as mudanças que vão proporcionar a construção de diferenciais competitivos e inovadores para que a empresa consiga, mais do que acompanhar as mudanças galopantes do mercado, estar um passo à frente delas.
Portanto, não acredito que devemos ficar discutindo qual o perfil mais adequado em termos de idade, currículo ou tempo de cargo e casa, mas sim o quanto podemos aproveitar de cada colaborador, com o cuidado de não estamos alimentando o choque de gerações, mas sim construindo pontes e promovendo contribuições com base naquilo que cada um pode oferecer e cuja soma proporciona uma resultado muito maior do que a “escolha” de uma só parte, que pode prescindir da outra em algum momento.

A construção de ambientes colaborativos e que valorizem as pessoas por sua capacidade de contribuir, cada um à sua maneira e com base em suas competências, perfis e experiências, para a construção de diferenciais competitivos, deve ser o grande foco das organizações e de seus gestores, deixando de lado discussões ou rótulos preconceituosos.
Afinal, se queremos mesmo adequar as empresas às mudanças, então lembremos que o que as tem acelerado na atualidade é exatamente a conectividade e a colaboração entre pessoas de diferentes idades, perfis, credos, nacionalidades, etc... resultando em uma inteligência social que se reinventa e evolui indefinidamente.

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Sun, 26 Aug 2012 14:42:00 -0700 APLICATIVO PRA QUEM TRABALHA EM EMPRESA "SEM CAUSA" http://sigefredo.posterous.com/aplicativo-pra-quem-trabalha-em-empresa-sem-c http://sigefredo.posterous.com/aplicativo-pra-quem-trabalha-em-empresa-sem-c

O aplicativo Office Chaos, que em uma tradução livre significa "caos no escritório" é mais do que apenas uma diversão ou forma de estravazar a frustração para os que odeiam a segunda-feira. Infelizmente, é um retrato,ainda que bem humorado, de uma realidade presente em muitas empresas, notadamente naquelas onde as pessoas não trabalham motivadas por uma causa comum, ou seja, inspiradas por valores e objetivos organizacionais que estejam alinhados com seus objetivos pessoais e profissionais e onde predomina uma cultura que não privilegia e valoriza as pessoas ou o trabalho em equipe.

Meapaga
No jogo, colegas de trabalho são infectados por um virus e se transformam em zumbis - algo muito comum em empresas onde as pessoas trabalham apenas pelo salário no final do mês, agindo "no automático" e contando as horas para o fim do expediente - e o jogador tem que eliminá-las jogando-lhes coisas. Uma divertida analogia da competitividade autofágica que impera em muitas dessas empresas sem causa.

Se você se identificou com o personagem e ainda não virou zumbi ou vê na empresa onde trabalha muitas semelhanças com o jogo, só lhe restam duas alternativas: mudar de empresa o mais rápido possível ou baixar o aplicativo para descontar um pouco da sua frustração jogando!

Agora se você é dono de uma empresa que se parece com o cenário do jogo, então a gente pode te ajudar... mas corra, antes que alguém leve a sério o jogo e resolva atirar coisas nos colegas de trabalho de fato!

Pra saber mais sobre como construir uma CAUSA para sua companhia que vai integrar e motivar as pessoas e deixar todo mundo com saudade do trabalho no final de semana, acesse www.pdr.com.br.

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Fri, 17 Aug 2012 08:08:00 -0700 APERTEM OS CINTOS, O PRESIDENTE SUMIU! http://sigefredo.posterous.com/apertem-os-cintos-o-presidente-sumiu http://sigefredo.posterous.com/apertem-os-cintos-o-presidente-sumiu

Meapaga
Dia 10/08, a TAM, sem avisar a todos os passageiros, antecipou em duas horas o voo que ia de Teresina ao RJ, e que estava marcado originalmente para as 07:30h. Com isso, passageiros chegaram ao aeroporto às 06:00h e descobriram que perderiam todos os seus compromissos e seriam embarcados em outros vôos, horas depois!... Sabendo dessa falta de compromisso e com vôo marcado para minha filha e minha esposa, resolvi confirmar as datas e horários... E, advinhem, de novo a TAM havia remarcado o voo de volta (FOR/THE) antecipando-o em 01 hora e sem me comunicar!... No site resolvi ligar para o telefone 0800-123-200, o tal FALE COM O PRESIDENTE, para registrar minha reclamação na esperança de que ele, o PRESIDENTE, tente acabar com essa prática ou, pelo menos, que consiga fazer com que tenham consideração em nos avisar com antecedência!... Primeira tentativa (protocolo 45017167)... depois de ouvir uma máquina e escolher algumas opções, a ligação é repassada a um "assistente do presidente" (ah tá!), mas a ligação não completa e ouço apenas um som metálico... Segunda tentativa (protocolo 45017233) e depois de aturar um pouco mais o auto-atendimento e os menus de opções, uma atendente inicia o atendimento como se estivesse falando embaixo d'água... reclamei da qualidade da ligação e ela me disse que estavam com um problema na linha (ah tá!)... Resultado, acho melhor a gente apertar bem os cintos, porque parece que o PRESIDENTE SUMIU!... Se você vai viajar de TAM, recomendo que ligue com antedência para confirmar se o vôo ainda está marcado para o dia e hora informados no bilhete, porque esse filme sem graça de antecipar e não avisar, eu já vi! BOA SORTE!

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Thu, 16 Aug 2012 14:56:00 -0700 CAIXA DE MINHOCAS OU COLMÉIA? http://sigefredo.posterous.com/caixa-de-minhocas-ou-colmeia http://sigefredo.posterous.com/caixa-de-minhocas-ou-colmeia

Sua empresa se parece com uma caixa de minhocas ou com uma colmeia?


Se você não entendeu a analogia vou ajuda-lo para que possa identificar em qual das alternativas sua empresa se encaixa.

Minhoca

Naquelas que se assemelham a uma caixa de minhocas, as pessoas estão grande parte do tempo “enterradas” e preocupadas apenas com sua própria “subsistência”. Como as minhocas, estão “cegas” e alheias às necessidades do grupo, caracterizando um ambiente de baixa colaboração. Como resultado, terminam transformando os valiosos recursos da empresa em “estrume”, literalmente. São assim empresas que não tem o que chamamos de Norte Único Compartilhado - NUC, ou seja, um planejamento estratégico formal e compartilhado que determine: a causa que vai motivar e integrar as pessoas em prol do alcance dos objetivos e metas organizacionais de longo prazo; os valores que vão nortear as suas ações e como vão conviver em grupo; o posicionamento quanto ao público alvo de seus produtos e serviços; e os diferenciais que vão gerar a preferência dos clientes.

Abelhas

Por outro lado, como abelhas em uma colmeia, em empresas que tem NUC, cada pessoa sabe exatamente como contribuir para o “sucesso da companhia”, alinhando suas competências e objetivos pessoais aos da organização e trabalhando de forma integrada, colaborativa e participativa. As relações são pactuadas e cada membro da comunidade trabalha arduamente para o alcance dos objetivos de longo prazo da companhia, garantindo assim sua sobrevivência e a do grupo. Em empresas assim, os clientes são os grandes beneficiados pois a entrega tem sempre sabor de mel!


Se a sua empresa ainda não tem NUC, a gente ajuda a “desenterrar” sua estratégia. Saiba mais em www.pdr.com.br.
 

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Thu, 12 Apr 2012 05:55:27 -0700 SUA PEGADA É DIFERENTE? http://sigefredo.posterous.com/sua-pegada-e-diferente http://sigefredo.posterous.com/sua-pegada-e-diferente

Logo_pegadas_de_talentos_blog
As empresas contratam pessoas pelo currículo, ou seja, focando apenas em conhecimentos e habilidades, mas a maioria das demissões se dá por problemas ligados a atitudes.

Pegada é a marca que você deixa por onde passa e que reflete, principalmente, suas atitudes. Foi pensando nisso que criamos o programa PEGADAS DE TALENTO, para descobrir quem são as pessoas tem uma "pegada diferente"... uma pegada com 6 dedos que correspondem a 6 atitudes muito valiosas e que elevam o potencial de uma pessoa para ser bem sucedida em qualquer atividade que seja coerente com sua vocação. Cada dedo do PEGADA corresponde a uma letra e significa:

Pegada_final
P de Persistência – aquela coisa de “sou brasileiro e não desisto nunca”. Pessoas com essa atitude não se escondem atrás das dificuldades e não se deixam abater. São os camelôs que viram apresentadores de TV, os catadores de lixo que viram empresários ou o favelado que vira médico.

E de Entusiasmo – são as pessoas que tem uma energia positiva e um otimismo a toda prova. Pessoas com essa atitude são as que enxergam sempre o copo “meio cheio” e não “meio vazio”. Usam o bom humor como arma para vencer na vida e são ótimas companhias porque sua energia contagia o ambiente e as pessoas com quem convivem. São fáceis de encontrar porque mesmo limpando banheiros ou varrendo ruas mantém sempre um sorriso no rosto e a certeza de que podem “chegar lá”.

G de Generosidade – são as pessoas com “coração de mãe”. Pessoas com essa atitude são solidárias, gostam de gente e de servir. Você pode encontrá-las ajudando idosos a atravessar a rua, carregando as compras para uma grávida, dando o lugar na fila para uma mãe que carrega o filho no colo, adotando um animal de estimação abandonado, ou seja, “fazendo o bem sem olhar a quem” e, principalmente, sem esperar nada em troca.

A de Auto-motivado – são pessoas que não precisam de estímulos externos para “levantar a bunda da cadeira”. Encaram cada dia como uma oportunidade para correr atrás de seus objetivos e os usam como combustível para sua auto-motivação. São aquelas pessoas que venceram na vida mesmo tendo que acordar às 4 da manha, pegar 3 conduções, trabalhar o dia todo e, à noite, ainda encontraram forças para fazer uma faculdade e melhorar de vida.

D de Determinação – são as pessoas que estabelecem objetivos claros e que mantém o foco e sua energia voltados para seu alcance. Pessoas com essa atitude sabem o que querem, tem um profundo senso de auto-conhecimento e, normalmente, acreditam já ter descoberto sua vocação. São as pessoas que fazem o que gostam e que são muito competentes porque se preparam a vida toda para chegar aonde estão. A grande maioria das pessoas de sucesso que você conhece provavelmente tem uma história de muita determinação e transpiração.

A de Aberto ao Novo – são as pessoas ávidas por novos conhecimentos. Estão sempre “antenados” com as novidades, são curiosas e que gostam de aprender coisas novas todos os dias. São por natureza inquietas e acreditam que o conhecimento é a chave para o sucesso. São verdadeiros mentores, gurus ou conselheiros. Pessoas sábias com que nos aconselhamos sempre que precisamos de uma orientação ou auxílio.

Pessoas com essas 6 atitudes são TALENTOS natos. Verdadeiros “diamantes vermelhos”, super valiosos e o sonho de qualquer empresa.

Por isso a Gera Talentos criou um método de validação dessas 6 atitudes para descobrir quem tem uma pegada diferente e oferecer oportunidades maravilhosas de realização pessoal e profissional.

Se você acredita que é uma dessas pessoas, a gente quer muito te conhecer.

Curta nossa Fan Page no Facebook – www.facebook.com/pegadasdetalento - e mande seus dados por mensagem.

Pra quem já curtiu, PARABÉNS e OBRIGADO! Vocês já deixaram sua "pegada diferente" por aqui.

Aguardamos seu contato!

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Mon, 09 Apr 2012 14:54:00 -0700 Correndo mais que o concorrente, mas de olho no cliente! http://sigefredo.posterous.com/correndo-mais-que-o-concorrente-mas-de-olho-n http://sigefredo.posterous.com/correndo-mais-que-o-concorrente-mas-de-olho-n

Onca

 

Essa é velha, mas muito instrutiva:... Dois amigos andando pela floresta se deparam com uma onça. Enquanto o felino se prepara para atacar, um dos amigos saca um par de tênis da mochila. O outro, estupefato, grita: - Tá louco, você acha que com tênis vai correr mais que a onça?... Ao que o outro responde: - Só preciso correr mais que você!

Fazendo uma analogia com o universo empresarial, podemos perceber que até pouco tempo atrás muitas empresas só precisavam correr mais que a concorrência. Foi nessa época que surgiram técnicas como o benchmarking, que ensinava a olhar para o concorrente e fazer “um pouco mais”, como estratégia de sobrevivência.

Isso talvez ainda funcione em mercados em que o nível de competência da concorrência é baixo. O problema é que, enquanto isso, a grande maioria dos clientes se sente entre a cruz e a espada e experimenta altos níveis de frustração.

As empresas de telefonia são um exemplo dessa mentalidade e se revezam diariamente na veiculação da “melhor proposta”, sem se importar com a qualidade dos serviços que prestam e com a [in]satisfação de seus clientes, que esperam muito além daquilo que “a concorrência está fazendo”.

Portanto, minha sugestão é que as empresas procurem não apenas correr mais que os concorrentes, mas fazê-lo olhando para as necessidades dos seus clientes.

Como fazer isso? Instituindo um modelo de comunicação eficaz para entender as expectativas, desejos e anseios de seu público algo e agir no sentido de superá-los todos os dias.

Para começar é preciso estimular os líderes a conversarem mais com as “equipes de contato” – todo mundo na empresa que tem contato com o cliente e que certamente tem muitas informações importantes.

O passo seguinte é ampliar os canais de comunicação, permitindo que a informação chegue aos níveis estratégicos com o mínimo de ruído.

Para isso, é preciso:

a. Humanizar os setores de atendimento (SAC), para evitar que o cliente desista de se comunicar com a empresa. Na era da hiper-conectividade, esse silêncio é o maior sinal de abandono de uma marca. Afinal, ninguém mais tem paciência para ficar esperando por horas ao telefone, em “filas virtuais” de Chats ou, ainda, por dias para receber uma resposta por e-mail.

b. Interagir nas mídias sociais - hoje quase todas as empresas já estão no facebook e/ou twitter, ainda que muitas vezes tenham sido colocadas lá pelas mãos dos clientes. A questão é o que está sendo dito sobre elas. Ficar alheio a isso é miopia estratégica.

Depois de implantadas, essas mudanças permitem à empresa “correr” mais que seus concorrentes mas sem perder de vista seus clientes, incorporando inovação à sua entrega e se antecipando a seus desejos e expectativas.

Foi dada a largada! E sua empresa, vai correr ou vai ficar esperando ser devorada pelo mercado?

Se precisar, a gente te ajuda: www.pdr.com.br.

 

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Wed, 21 Mar 2012 12:10:00 -0700 Capital intelectual e inovação http://sigefredo.posterous.com/capital-intelectual-e-inovacao http://sigefredo.posterous.com/capital-intelectual-e-inovacao

Capital_intelectual
O grande desafio da atualidade nas organizações é a capacidade de desenvolver vantagens competitivas que lhes assegurem acompanhar o ritmo alucinante das mudanças e um lugar de destaque no futuro em meio à concorrência global.

Na era do conhecimento e da informação, as pessoas tornaram-se o principal ativo e o capital intelectual o instrumento que estimula a renovação e o desenvolvimento das organizações.

Se até bem pouco tempo a gestão de pessoas nas empresas ainda era fortemente influenciada pelas ideias advindas de modelos fabris focados em processos, atualmente está claro que o caminho para o desenvolvimento e para a construção de diferenciais passa necessariamente pela gestão do conhecimento.

Na era da informação e da hiper conectividade, a adoção de modelos de gestão de pessoas que favoreçam o estímulo à troca de experiências contribui para a co-criação de conhecimentos e ajuda as empresas a identificar pontos suscetíveis de melhoria.

Baseados na gestão participativa e compartilhada, esses novos modelos aproximam as pessoas, catalisam as alternativas de soluções e favorecem o aprendizado.

O papel dos líderes diante desse novo ambiente organizacional é desafiador, já que os organogramas agora estão reorganizados de forma mais horizontalizada, reduzindo o controle pela autoridade, aproximando níveis hierárquicos, diminuindo a formalidade e aumentando a autonomia dos liderados.

Esse rearranjo também agrega novas responsabilidades aos funcionários, uma vez que aumenta a expectativa da empresa e dos líderes em torno de suas contribuições individuais em prol do alcance dos objetivos estratégicos da empresa.

O resultado dessa mudança de cultura – de foco em Processos para foco em Pessoas – é a adoção de um novo perfil ideal de funcionário. Entra em cena a busca por “talentos”. Pessoas com maior qualificação, bom nível de auto-conhecimento, com mais atitude e que, efetivamente, possam agregar maior valor e conhecimentos à organização e sua estratégia.

Segundo João Baptista Brandão, “...por talento, entendemos pessoas cujos valores, visão, competências técnicas e gerenciais são consideradas chave, importantes diferenciais para o sucesso da organização... O talento que, efetivamente, agrega valor à empresa tem sido associado à capacidade que as organizações têm de aprender, de renovar o conhecimento – contínua e persistentemente – para elevarem seus níveis de competitividade”.

Por isso o capital intelectual passou a ser visto como o instrumento que estimula a renovação e o desenvolvimento das organizações, uma vez que a inovação encontra terreno fértil para florescer em grupos compostos por pessoas muito talentosas, que tenham sido bem selecionadas, orientadas, motivadas, acompanhadas e alocadas em cargos compatíveis com suas habilidades e competências e onde seu conhecimento individual coaduna com os objetivos estratégicos da empresa e contribui para o alcance dos resultados e construção de um aprendizado que pode ser acessado por todos na organização.

Nesse nível, assume vital importância a boa gestão da base de conhecimentos resultantes da soma do capital intelectual de cada colaborador, no sentido de transformá-la em ações conjuntas e inovadoras orientadas para o alcance dos objetivos estratégicos da organização. Eis a chave para a construção de diferenciais competitivos sustentáveis.

É fácil perceber a importância do Capital Intelectual como gerador de inovação e competitividade ao analisarmos o exemplo da Apple.

Steve Jobs, seu fundador e CEO até sua morte no ano passado, exerceu a liderança de um grupo de pessoas altamente talentosas e orientou suas competências na direção do alcance de uma visão:... mudar o mundo através da tecnologia.

Os resultados todos nós conhecemos.

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Fri, 24 Feb 2012 03:26:00 -0800 Que diabo é Marketing? http://sigefredo.posterous.com/104784495 http://sigefredo.posterous.com/104784495

Marketing

 

Em Pedro II, cidade localizada a 220Km de Teresina, Capital do Piauí, acontece anualmente um festival de Jazz. Como o ritmo regional é o forró, muitos cidadãos de Pedro II nunca tinha ouvido esse estilo musical que nasceu em New Orleans, USA. Daí surgiu a ideia dos organizadores do evento de criar camisetas para sua divulgação com a expressão bem nordestina: “Que diabo é Jazz?

 

Gostei tanto que decidi me apropriar dela para abordar a dificuldade de muitos empresários em entender a abrangência e o significado da palavra “Marketing”.

 

De forma resumida e simplista, marketing é tudo aquilo que uma empresa faz no intuito de promover a venda de seus produtos e serviços. Vai muito além da mera comunicação promocional, que é apenas uma das maneiras que a empresa utiliza para divulgar seus diferenciais aos clientes em potencial. A confusão se dá porque essa é forma mais explícita de marketing. O detalhe é que além de não ser é a única, normalmente é a mais desvirtuada quando comparamos o discurso e a prática.

 

O marketing, no sentido amplo do termo, embute uma série de promessas em relação à qualidade do produto e dos serviços ofertados e tem relação direta com o valor da marca, sua credibilidade, reputação e a expectativa que gera nos clientes em relação ao que lhes será entregue.

 

Entra nessa lista a qualidade das instalações no ponto de venda; a conveniência dos serviços; o design, a disponibilidade e a qualidade dos produtos; o preço justo; a competência e a qualidade do atendimento; etc, etc, etc... Tudo isso (e muito mais) faz parte do marketing e contribui para a validação de suas promessas.

 

Quando alguém escolhe comprar na sua empresa, passa a avaliar todos esses critérios e, com base nisso, determina se a empresa foi capaz de atender ou superar suas expectativas. Os resultados possíveis para esse “momento da verdade” são:

 

1.       A empresa entrega menos do que prometeu;

 

2.       A empresa entrega apenas o que prometeu;

 

3.            A empresa entrega mais do que prometeu.

No primeiro caso o marketing foi competente em prometer, já que conseguiu atrair a atenção do cliente, mas frustrou suas expectativas na hora de cumprir as promessas feitas. Nesse caso, a empresa praticou o que chamamos de “anti-marketing” que, ao contrário do marketing, é tudo aquilo que uma empresa faz para prejudicar a venda. Enquadram-se nessa situação muitas campanhas que são um sucesso de público, mas um fracasso de vendas.

 

No segundo caso, a empresa cumpre rigorosamente apenas o que foi prometido, o que não é suficiente para garantir a preferência do cliente que passa a exercer seu poder de escolha baseando-se apenas no preço. O resultado são campanhas que geram vendas, mas corroem margens porque precisam embutir grandes descontos.

Quando a empresa entrega mais do que prometeu, o cliente sai encantado e lhe dá preferência em relação à concorrência. São as campanhas que geram vendas com maior margem e que retornam o investimento com folga porque são suportadas por um conceito de marketing muito mais abrangente e que proporciona aos clientes a melhor experiência de compra possível em todos os sentidos.

Portanto, a partir de agora, se você ouvir alguém perguntar: “O que diabo é Marketing?”... já sabe o que responder!

E se precisar de ajuda para implementar esse conceito conte com a gente. Saiba como em www.pdr.com.br.

 

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Wed, 22 Feb 2012 14:00:00 -0800 O verdadeiro apagão das empresas brasileiras! http://sigefredo.posterous.com/o-verdadeiro-apagao-das-empresas-brasileiras http://sigefredo.posterous.com/o-verdadeiro-apagao-das-empresas-brasileiras

Apagao_de_mao_de_obra

Tenho lido e ouvido muito ultimamente sobre “apagão de mão de obra” no Brasil e discordo desse diagnóstico. Na verdade, muitas empresas que aderiram a esse discurso estão apenas vivendo as consequências do “apagão de gestão focada em GENTE”.

Essas empresas estão percebendo, tardiamente, que Resultado sem Reputação é insustentável no longo prazo. De nada adianta uma empresa registrar lucros recordes enquanto amarga as primeiras colocações na lista de reclamações do Procon, fato hoje potencializado pelas mídias sociais.

Em 2011, diante da crise nos EUA e Europa, o Brasil bateu mais um recorde no recebimento de investimentos estrangeiros diretos produtivos. Foram US$ 66,7 milhões e a expectativa do Banco Central para 2012 é que por aqui aportem mais US$ 50 bilhões.

Some-se a isso em 2010 o Brasil ter alcançado a maior taxa empreendedora do G20 e do Bric, segundo a 11ª. edição da Pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor) divulgada pelo Sebrae em abril do ano passado. Foi o melhor resultado do país nos 11 anos em que participa da pesquisa.

Traduzindo, isso significa que nos próximos anos, mais empresas vão se instalar no país e a disputa por GENTE COMPETENTE só vai aumentar!

Uma pesquisa realizada com 2.500 dirigentes e gerentes de 520 empresas de grande e médio porte do Sudeste e do Sul do Brasil apontou, dentre outras características, a concentração de poder e o paternalismo como alguns dos principais traços da empresa brasileira, que constituem o estilo brasileiro de administrar.

Por outro lado, uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizada com 2 mil empreendedores em todo o País e divulgada pelo Sebrae, mostrou que 32% dos empreendedores brasileiros decidiram empreender por necessidade.

A soma desses fatores resulta em um estilo de gestão amador, miope e focado apenas em Resultados, relegando a gestão de pessoas ao simples cumprimento das exigências da CLT e à “capacitação” por meio de treinamentos que muitas vezes estão completamente desconectados de um planejamento estratégico formal e que tem resultados inócuos ou passageiros na melhoria da qualidade do Atendimento nas empresas.

Definir a CAUSA de sua COMPANHIA, garantir um modelo de liderança flexível, adotar a meritocracia reconhecendo e recompensando bons desempenhos individuais e coletivos, são apenas algumas das atitudes que devem fazer parte do modelo de gestão de pessoas de qualquer empresa preocupada em construir Reputação e alcançar Resultados sustentáveis.

Portanto, para resolver o “apagão de mão de obra” na sua empresa adote um “modelo de gestão focado em GENTE”. Esse é o grande diferencial competitivo capaz de garantir que não faltem interessados em contribuir com a sua CAUSA.

Se você não sabe por onde começar, a gente te ajuda!

Acesse www.pdr.com.br e saiba como.

 

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